segunda-feira, novembro 07, 2005

um segundo alado

fechei os olhos e vi...rochas milenares que escondiam um rio calmo e silencioso. corria por entre as montanhas como uma gota de agua no ventre de uma virgem. sentei-m no ramo de uma arvore, no penhasco mais árido, onde o ceú nao tinha limites aos meus olhos, onde tudo era imensidão onde podia voar...onde podia abrir as asas e sentir o vento, cair a pique sem velocidade num contra relogio com a gravidade. rasgar os céus sem medo de respirar, subir num impulso violento de agarrar dentro de uma mão todo o infinito........são estes os segundo que me correm no sangue quando o nós se torna uma realidade quando sem te procurar te encontro, e sem pensar te beijo, quando sei que tenho um lugar nas tuas mãos, nos teus olhos na tua boca quando sei que te corro no sangue que o meu perfume é real em ti. quando o teu corpo deixa de ser uma recordação e se torna uma imensidão quando somos 1 quando somos intocaveis.