quinta-feira, novembro 22, 2007

coisas á toa

Enquanto me falavam eu olhava o rio. sentia a corrente la fora e so me restava imaginar o cheiro daquele quase mar. o escuro de uma beira rio, o silêncio quebrado por pequenas ondas. esqueço-me de lembrar, o que tanto me domina. e sinto que me habitas secretamente. procuro as palavras para te descrever em mim e perco-me entre imagens soltas de cores inexistentes. pintas quadros de formas abstractas tao reais em ti, tao complicadas para o mundo la fora, tao simples em mim (mesmo assim) . consigo ouvir-t pensar, como um relogio, marcas o compasso, de um tempo que (nao) custa a passar...uma doce (co)existência a do brigadeiro e do café. (?????)