desculpa
Traço em mim
as linhas de um ser
que mergulha num mar desconhecido.
Carrego a cruz de um sentimento
que passa as barreira do real.
São mil desculpas estas,
que se prolongam nestas linhas,
de um comportamento insane.
È um não saber desesperante
de como lançar
ao vento, toda esta angustia.
Uma alegria,
que me escapa, por segundos,
a cada momento que passa.
Trazer-te sempre e para sempre,
nestas mãos que te amparam,
quando a queda parece não ter fim.
as linhas de um ser
que mergulha num mar desconhecido.
Carrego a cruz de um sentimento
que passa as barreira do real.
São mil desculpas estas,
que se prolongam nestas linhas,
de um comportamento insane.
È um não saber desesperante
de como lançar
ao vento, toda esta angustia.
Uma alegria,
que me escapa, por segundos,
a cada momento que passa.
Trazer-te sempre e para sempre,
nestas mãos que te amparam,
quando a queda parece não ter fim.

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