sexta-feira, junho 30, 2006

ate ao teu regresso


"e aqui sozinha fico a contar os dias...partis.t em direcao ao horizonte, deixas-t numa ultima onda um beijo, um sorriso, um doce e breve adeus...conto os dias que faltam para chegares, em que as minhas palavras sao tuas e o nosso sorriso he como um so...sera um breve ola, para mais uma partida em direcao ao horizonte, na qual eu te deixo um beijo e um doce e breve adeus, ateh ao meu regresso, deixando sempre contigo um pouco de mim, da minha alegria do meu sorriso do azul dos meus olhos, da saudade que por ti sinto..."quando nao estas comigo sinto falta de mim mesma... 7 de julho 2005"


não me lembrei de nada melhor para dizer...bom sol, boas férias, bom caminho em direcção ao limite do horizonte onde o sol se pões, nas lembranças vivas de mais um verão e no regresso, não deixes lá o sorriso porque o limite está para lá do horizonte*

terça-feira, junho 27, 2006

recriar limites em mim

Vou recriar lisboa aos meus olhos...á minha saudades, a cada medo que tragos nas mãos...vou recriar o rio que passa la ao fundo, vou inventar um azul...vou recriar o céu, vou inventar novos ventos...vou plantar novas flores, (pode ser que assim gostes mais) vou misturar cores perfumes, vou tornar as manhãs de xuva em raios de sol...vou tornar os dias cinzentos em mil sorrisos, vou-t mostrar o reflexo de um transparente que eu imaginei, como recrias num traço estas palavras carregadas de magia?
desenhei o meu limite numa linha no horizonte, onde os meus olhos não chegam, onde existes tu um limite que estendo com o passar dos dias...estabeleci limites onde não chego, onde para lá, tudo é um vazio criado por mim...zombies deles mesmos corações abandonados a cada esquina, LISBOA, tu morres a cada esquina, nessa velhice que não pára , na sabedoria do passar dos séculos, na imensidão de uma lágrima perdida no tempo...o meu limite, está para lá do teu horizonte que tão longe vejo em ti, lisboa que me acolhes em ti, que me levas nas tuas ruas, que me fazes sonhar...traça em mim os limites do teu infinito...

não é preciso coragem para olhar nos olhos, mas sim sinceridade...

e em três segundos percorri todas as memórias que trazia guardadas como efemeros momentos de um lhar perdido no espaço...as palavras sofregas de sabedoria aplicada, de um conhecimento que tocava a terra, telurico na sua forma mais pura, construido entre mentalidades que se cruzavam...no entanto era o meu mundo de gelo que estava a ser derretido, as palavras fluiam como os segundos que teimavam em passar despercebidos e eu ouvia. travava uma luta entro o asbstracto transformado ali em palavras concretas num discurso que sendo meu me era exterior...uma necessidade infantil de provar que...mas n é sobre mim...não. não são dissertações do meu egocentrismo que eu quero espelhar aqui...autoanalises publicas, flagelos emocionais. nao...hoje não...hoje ouvi duvidei percebi questionei mexi remexi procurei quis saber quis mostrar dar a conhecer guardar algo delinear projectar dar forma, hoje deliciei o meu abstracto com imagens de vidas que não vivi, com melodias que pareciam atravessar florestas como o vento e ali repousar, em mim, melodias que de tão perto, soavam vindas de tão longe...tudo ecoava e eu observava...eu olhava...eu via...eu criava em mim frases á velocidade da luz, eu deixava cair em mim aquela chuva de palavras sonoras, de memórias partilhadas...

SEGUNDA/TERÇA madrugada de 27 junho 2006

segunda-feira, junho 26, 2006

solidão entre corpos

E do nada a chuva fustigava-me o rosto sem saber de onde vinha, o cheiro a inverno rodeava aqueles corpos suados, de um calor que vinha do chão. As caras sucediam-s umas ás outras em todas as direcções e ninguém me dizia o que fazia eu ali. sorria por ali estar, mas sem saber porquê, sentia aquele chão que ja pisara, demandas tão diferentes, lutas tão opostas e em nenhuma conseguia ser eu mesma...sinto as outras pessoas muito iguais, felizes entre elas e eu, numa eterna procura de algo diferente que não aquilo...sentir saudades mesmo rodeada de pessoas, sentir-m afonica de tanto falar sem palavras, de escrever dentro de mim que sim quero mas não consigo, não quero mas obrigado na mesma. Consigo ouvir o eco naquelas mentes que consomem o som e o brilho aparente de corpos trabalhados em noites de desejo anónimo e da busca gratuita do prazer efemero.

Mas alguém me puxou a atenção e voltei a uma calorosa conversa de sushi e deixei-m levar por uma descrição que me reportou aos sabores orientais e que me cativou a imaginação...e aprendi k ha sushi e sashimi e que o sakê de inverno é para se beber quente :) esqueci a chuva que teimava em cair e não me lembrei mais de pensar no porquê de ali estar...fiquei apenas estando, fui-me deixando ficar.

sábado, junho 24, 2006

de cortar os pulsos

Hope there's someone
Who'll take care of me
When I die, will I go
Hope there's someone

Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired
There's a ghost on the horizon

When I go to bed
How can I fall asleep at night
How will I rest my head
Oh I'm scared of the middle place

Between light and nowhere
I don't want to be the one
Left in there, left in there
There's a man on the horizon

Wish that I'd go to bed
If I fall to his feet tonight
Will allow rest my head
So here's hoping I will not drown

Or paralyze in light
And godsend I don't want to go
To the seal's watershed
Hope there's someone

Who'll take care of me
When I die, Will I go
Hope there's someone

Who'll set my heart free
Nice to hold when I'm tired...

litle antony so clost to me on this journey so lonely oh so lonely...

quem disse que o pc tem sempre razao???

lamento informar mas eu NAO SEI o que se passa com a ordem dos textos do meu blog...o primeiro não é o ultimo a ser escrito...vou passar a por a data por isso tenham atençao ;) A GERENCIA AGRADECE hiihhihihi

sexta-feira, junho 16, 2006

is this a singalong?

"one night to be confused
one night to speed up truth
we had a promise made
four hands and then away
both under influense
we had devine scent to know what to say
mind is a razorblade
to call for hands of above
to lean on
wouldn't be good enough
for me, no
one night of magic rush
the start a simple touch
one night to push and scream
and then relea
ften days of perfect tunes
the colors red and blue
we had a promise made
we were in love
to call for hands of above
to lean on
wouldn't be good enough
for me, no"

jose gonzalez

divagações de um verão anunciado

continuo a atirar pedras á mesma beira mar. passaram anos e as ondas são iguais, mas agora não tenho medo. a água passa-me nos pés e traz a areia de um fundo do mar que se perde no horizonte. e assim fico num eterno por do sol, onde em criança brincava de mãos dadas contigo, sem saber quem eras. dizias-m q eu ia sonhar, q ia ser feliz e q ia ali voltar mas não me disses-t que ia chorar...porque? não me disses.t q um dia ia amar e sofrer e que me ia perder nos teus caminhos sem sentido. não me contas-t que as lagrimas sao mais salgadas que o mar e a dor não desaparece com o por do sol, apenas me deixo ficar á espera que o sol apareça para mais um dia mergulhada nas tuas ondas...perdida nos teus caminhos, a conhecer diferentes olhares, diferentes esgares...se eras o meu destino porque não me disses-t que eu ia para sempre ali repousar?

sábado, junho 10, 2006

céu em guerra

para os que de vocês não estão acordados....está um diluvio digno dos states...verdade. tudo começou kd eu disse á minha mãe por volta das 7 da tarde...mãe axo k vou por a prancha cá dentro e a roupa tb, assim o fiz e a verdade é que agora o céu está em guerra...está a trovejar há pelo menos hora e meia, mas n sao trovoezinhos sao raios trovões relampagos chuva...PAROUUUU n pelos vistos voltou, e para aqueles que não têm medo e estão a dormir ou têm medo e estão tb a dormir é bom mas para aqueles como eu que n axam muita piada e ainda por cima a estudar na sala e a imaginar um raio cair ali na minha pseudo palmeira é assustador...e pronto fiquei sem sono.

verdade ou consequencia

um rapaz e uma rapariga uma caixa colorida um desafio constante...um filme que me levou para lá do sono, de uns olhos cansados...um filme que me prendeu pela sua simplicidade complexa, de duas crianças que crescem sem nunca esquecer a magia e a cumplicidade de um verdadeiro amor, são a prova de que um mais um pode ser um só e será para sempre um só, aquele amor que não acaba apenas muda de nome e se acomoda a uma existência nunca conhecendo um fim...porém após um filme que continuo a dizer me deixou sem palavras eu chego á conclusão que realmente tudo na nossa vida tem um fim inesperado e os finais felizes nem sempre são os melhores...um fim inesperado bem ao teu gosto ;)

rita...

e sem estar á espera ponho-me a pensar...o caminho para casa era curto, era o caminho que fazia quando ia ter contigo antes do treino e qd vinhamos de tua casa para a escola. cruzamonos no bairro, á porta de casa, no café. mas hoje custou-me mais que das outras vezes...ja passaram quatro anos e o teu olhar continua igual, apenas mudou quem está a teu lado. não conheço ninguém são amigos novos...vidas novas...novos horizontes...tambem não conheces os meus, os meus horizontes sempre foram diferentes dos teus...mas nem por isso me deixas-t de fazer falta...hoje olho para trás e vejo as pessoas que perdi, os amigos que não soube amar, a tua amizade que não soube agarrar. hoje deixo-me invadir por sentimentos de conformismo. conheço novas caras e deixo que não me façam pensar muito, a+enas que me façam sorrir por momentos...trago amigos nas mãos olhares apaziguadores no peito cafés de cumplicidade e preocupação...a lealdade que poucas vezes vi...mas no dia em que voltei a abrir o coração lembrei-me que faltava lá alguém...a unica amiga que eu soube algum dia amar...ainda hoje sinto a tua falta rita...

janta PAGA pela aaul

bem não sei bem por onde começar...acho que não teve principio nem fim...mas o culminar foi quando RIIIII tentas-t comer batatas fritas com a testa...é verdade a RI atacou literalmente uma travessa de batatas fritas com a testa, mas com uma pericia de mestrA nem olhou mal sentiu o cheiro a fritooo e imaginou o amarelo da batata foi logo de cabeça....isto tudo depois dedepois de ter tentado devorar selvagicamente um pedaço de entrecosto ainda nem tinha virado o prato...ainda houve tempo para a vanessa desaparecer mais o mister hugo e tentarem disfarçar com um pequeno desfazamento de tempo...a mafalda portou-se como uma barbie arquitecta que é digna do seu estatutode respeitavel senhora de negocios in pink, não comeu batatas fritos engordaaa depois os pés incham e não pode usar os sapatos maravilha que causaram sensação......houve tempo para um convite se eu queria ser FORCADA... forcada eu??? meninos e meninas n é forçada é mesmo FORCADA. estavam la as barbies quase todas a barbie arquitectura divertida a barbie unhas vermelhas a barbie agata a vanessa e a barbie ronalda LOLOLOLOL barbie algarvia faltavas la tu e a barbie estrela do mar a sara lol q tb faltava lá... para quem n sabe e eu fikei a barbie karen divorciada lol vou começar a andar de gin tonico na mão lol enfim sou mais que vossa mãe...e claro a frase da noite vai para a vanessa " eu gosto de gajos e de gajas, SERIOO, È VERDADE..." melhores adereços foram os sapatos da mafalda ADOREI O conjunto PINK e a POCCHHEETTEEE DOURADAAA da rita . E assim se passou uma animada noite de 5 MENINASS no meio de 2345346 homens e mesmo assim quem fez a festa quem foi???? a equipa de futsal feminino da universidade lusiada claro somos a sensação onde quer que seja o baile***

sexta-feira, junho 02, 2006

se por falar falei...

Trago nas mãos a apatia
rasgada do teu nome,
escrito em prata por aquelas palavras,
anonimas de um ser,
que perpetua a minha existencia,
numa lembrança presente
de um passado que não se dissipa no tempo.
trago as tuas palavras apaziguadoras,
como uma criança no ventre.
traço linhas trágicas e ponderadas,
impulsos de rebeldia e desespero.
as armas que teimam em não cortar,
nesta batalha onde ninguém ganha,
e eu me sinto perdida,
num oceano de derrotas e vãs victorias .
musicas que me passam decor na voz
"obrigado por saberes cuidar de mim..."
e canto junto de uma lágrima que,
se deixou dormir no sal de um mar imenso.
a ira dança com o orgulho uma valsa,
onde eu apenas espero pacientemente o fim.
uma imensidão de fogos a arderem são musica,
para estes ouvidos tão frágeis ás tuas palavras.
es uma instituição com raízes centenárias,
fazes parte de um patrimonio para a vida,
es um castelo desabitado
nas colinas de mil paixões perdidas,
onde para sempre vou viver
e num momento desapareço.
destruir.te é destruir.me

why...

"How many times do
I have to try to tell you
That I'm sorry for the things I've done...
I tell myself too many times
Why don't you ever learn to keep your big mouth shut
That's why it hurts so bad to hear the words
That keep on falling from your mouth
Falling from your mouth
Falling from your mouth
Tell me...Why

This is the book I never read
These are the words I never said
This is the path I'll never tread
These are the dreams I'll dream instead
This is the joy that's seldom spread
These are the tears...The tears we shed
This is the fear
This is the dread
These are the contents of my head
And these are the years that we have spent
And this is what they represent
And this is how I feel
Do you know how I feel ?
'cause i don't think you know how I feel
I don't think you know what I feel..."


...how do u say sorry in the language of love fools?